Réveillon do Rio exalta o ‘ser carioca’

“Ser carioca é um estilo de vida, um estado de espírito, uma escolha”.

Para celebrar a chegada de 2019, a maior festa a céu aberto do mundo faz uma homenagem a todos os cariocas, inclusive aqueles que não nasceram na cidade do Rio de Janeiro. Com o tema “Réveillon do Rio, Onde Ser Carioca É Natural”, a virada do ano, em Copacabana, promovida pela Prefeitura do Rio, através da Riotur, terá uma queima de fogos inédita, com bombas ainda mais potentes, em 14 minutos de espetáculo pirotécnico, sincronizado a uma trilha sonora desenvolvida especialmente pelo DJ João Brasil.

A diversidade de ritmos musicais, com atrações de MPB, funk, samba e eletrônico, promete agradar a todos os públicos. O palco, criado por Abel Gomes, VP de criação e sócio da SRCOM, tem 600 metros quadrados e 22 de largura, um enorme telão de LED e iluminação especial. Artistas, como Gilberto Gil, Ludmilla, Baby do Brasil, Banda de Ipanema, Marco Vivan, os Djs Cat Dealers, DJ Dakid, e a escola de samba Beija-Flor vão se revezar durante as quase 10 horas de festa.

De acordo com as estimativas da Riotur, a cidade deve superar os números do ano passado, quando 910 mil turistas visitaram a cidade e movimentaram a economia carioca com R$ 3 bilhões durante o Réveillon 2018. A previsão da Riotur é de que a festa atraia mais de dois milhões de pessoas, só em Copacabana. Ao todo, serão 10 balsas e 16,9 toneladas de fogos, totalizando 14 minutos. Diversos shows animarão a festa das 19h às 4h, tendo entre os destaques Gilberto Gil e Ludmila.

Outros bairros turísticos da cidade também foram contemplados. A festa na praia do Flamengo, que recebeu 400 mil pessoas na virada de 2018, contará também com queima de fogos à meia-noite, em três balsas instaladas na Baía de Guanabara.

Na Barra da Tijuca, pelo menos doze hotéis promoverão queima de fogos sincronizada, com até 14 minutos de duração, em um show pirotécnico produzido pela ABIH-RJ. A queima, estrategicamente distribuída, acontece em hotéis e condomínios da região do Riocentro e do Recreio, formando um espetáculo que poderá ser assistido tanto da orla quanto das varandas e janelas dos edifícios da região.

Segundo o último levantamento realizado pela ABIH-RJ associação e pelo SindHotéis Rio, na primeira quinzena de dezembro a taxa média de ocupação hoteleira já chegava a 85% na capital e 80% no interior.

 


Foto: Alexandre Macieira